quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Inter vence Zequinha nos pênaltis e é campeão da Recopa Gaúcha


O Internacional conquistou o seu primeiro título na temporada 2016! O Colorado enfrentou o São José-POA no Estádio Passo D'Areia, na noite desta quarta-feira, em jogo válido pela segunda rodada do Gauchão Ipiranga e que também valeu a taça da Recopa Gaúcha, por colocar frente a frente os atuais campeões do campeonato estadual e da Super Copa Gaúcha.
Depois do empate sem gols no tempo normal, o Clube do Povo venceu por 3 a 2 nas cobranças de pênalti, garantido o inédito título! No sábado (6/2), às 17h, o Inter enfrenta o Ypiranga, no Beira-Rio, em jogo adiado da primeira rodada.
Despedida vitoriosa de D'Ale 
Horas depois de anunciar sua saída do Inter, D'Alessandro foi a campo para fazer a sua despedida, nesta que foi a 341ª partida. Já no aquecimento pré-jogo, a torcida colorada entoou a plenos pulmões o nome do argentino, que retribuiu com acenos para a arquibancada. Antes de ser substituído por Alex, aos 35 minutos do segundo tempo, ele acertou um chute no travessão. Ao final das cobranças de pênalti, muito emocionado, D'Ale deu uma volta no gramado e foi ovacionado pelos torcedores. Para finalizar este dia marcante na sua vida, repetiu pela décima vez um gesto que foi corriqueiro na sua passagem pelo Inter: ergueu mais uma taça para o Clube!
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D'Alessandro saiu de cena comemorando mais um título
Empate no tempo normal
Logo nos primeiros movimentos, ficou clara a dinâmica diferenciada provocada pelo gramado sintético: a bola corria e quicava mais no piso duro, deixando o jogo em ritmo acelerado, porém muito concentrado no meio-campo e com raras finalizações. A primeira chance foi do time da casa, aos 12min, em chute de longa distância de Diego Torres que passou perto do travessão. Aos 27min, Rafinha concluiu, com perigo, à direita do gol defendido por Alisson.
Aos 31min, o Inter teve grande chance de abrir o placar: D'Alessandro fez passe na medida para Vitinho chutar rente à trave direita. No entanto, a arbitragem já assinalava impedimento. Aos 43min, Everton cabeceou por cima do gol colorado após cobrança de falta. No último lance do primeiro tempo, William chutou cruzado e a bola raspou o travessão do Zequinha. 
No intervalo, Argel promoveu uma alteração, colocando Bruno Baio na vaga de Sasha. A primeira tentativa da etapa final foi do São José-POA: Heliardo recebeu na entrada da área e seu chute acertou a parte externa da rede. Depois disso, foi o Inter que teve mais iniciativa e criou as melhores chances.
Aos 10min, Vitinho finalizou nas mãos do goleiro Fábio. Aos 19min, faltou pouco para D'Alessandro marcar mais um gol pelo Inter – o chute colocado de fora da área acertou o travessão! Aos 30min, Paulão soltou uma bomba e o goleiro do Zequinha fez grande defesa, evitando o gol. No minuto seguinte, Fábio fez outra intervenção salvadora, ao evitar que o chute de Anderson, da marca penal, entrasse. Aos 41min, Artur quase surpreendeu em chute da ponta esquerda. Aos 45min, Alex alçou na área em cobrança de falta e Paulão desviou para fora.

Alisson defendeu pênalti que garantiu título inédito
Nos pênaltis, Inter fica com título
Com a igualdade nos 90 minutos, o título da Recopa Gaúcha foi decidido nos pênaltis. Alex e Heliardo erraram as primeiras cobranças. Vitinho fez 1 a 0 e Alisson defendeu a tentativa de Eduardo Torres. O goleiro Alisson bateu o terceiro tiro para fora e Éverton converteu para o Zequinha: 1 a 1. Na quarta cobrança, Paulão deixou o Inter em vantagem: 2 a 1. Deivid igualou na sequência para o adversário. Marquinhos converteu sua cobrança e Alisson defendeu a do seu companheiro de posição, Fábio. Placar final: 3 a 2 para o Inter e título inédito garantido! 
Ficha técnica:
Internacional (0)(3): Alisson; William, Paulão, Réver e Artur; Rodrigo Dourado, Fernando Bob, Anderson (Marquinhos, aos 33min do 2º tempo) e D'Alessandro (Alex, aos 35min do 2º tempo); Vitinho e Sasha (Bruno Baio, no intervalo). Técnico: Argel.
São José-POA (0)(2): Fábio; Bindé, Cláudinho, Everton e Deivid; Alberto (Cleylton), Fred, Diego Torres e Rafinha (Clayton); Jô (Guilherme) e Heliardo. Técnico: China Balbino.
Cartões amarelos: D'Alessandro (I); Alberto, Jô, Bindé, Deivid (SJ).
Arbitragem: Márcio Coruja, auxiliado por Leirson Martins e Antonio João do Prado.
Local: Passo D'Areia, em Porto Alegre.

Emocionado, D'Alessandro se despede do Inter depois de oito temporadas


Foram cerca de 50 minutos de entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira, no Beira-Rio, na qual o meia D'Alessandro confirmou que está deixando o Internacional. Com o consentimento do Clube, o jogador foi emprestado pelo período de um ano para o River Plate, da Argentina. "Por todas as conquistas, por tudo que ele nos ajudou, não tivemos como dizer não a esse desejo do D'Alessandro de jogar a Libertadores pelo River. Ele será liberado para jogar este ano", explicou o presidente Vitorio Piffero.
Em seguida, D'Ale falou com os repórteres sobre a saída do time que defendeu nas últimas oito temporadas. E não foi fácil para o ídolo conter a emoção. Por quatro vezes, ele desabou em lágrimas. Porém, a chance oferecida pelo time que o revelou para o futebol pesou na decisão de regressar ao seu país de origem.
"É verdade, estou saindo do clube, por uma vontade minha. Não é nada fácil. Convivi com pessoas que me ajudaram muito. Sou uma pessoa muito melhor graças a eles. Estou voltando para a minha terra, para ficar mais próximo da minha família e jogar no time onde comecei depois de 13 anos. É uma mistura de tristeza com alegria. Acho que agora é o momento certo para dar uma parada. O que passei aqui não se compara com nenhuma outra coisa. Tenho muito orgulho de tudo que vivi aqui. Nada pode apagar isso. É muito difícil passar pelo vestiário e se despedir dos companheiros e funcionários, mas ver que eles se emocionam com a minha ida me deixa ainda mais orgulhoso. As lembranças do que vivi no Inter fazem muito bem ao meu coração", declarou o meia.

O camisa 10 falou que uma etapa no Inter chegava ao final, mas não descartou voltar a defender o clube que aprendeu a amar: "Estou fechando uma etapa. O ciclo não termina aqui. Espero cumpri-lo, pois tenho vínculo com o Inter até 2017. Não posso prometer nada, mas se tudo correr bem, minha história não termina aqui. Acredito muito neste grupo. Acredito que os títulos da Copa do Brasil e do Brasileirão possam ser alcançados neste ano. Eu não vou estar aqui, mas estarei torcendo. E sei que o torcedor colorado também vai me acompanhar na Argentina. O importante é que eles sigam apoiando o Inter. O importante é o clube e a torcida. Eu estou de saída, mas isso fica", disse.
Assim que deixou a Sala de Conferência, D'Ale foi ao encontro de torcedores que estavam concentrados no pátio do estádio. Foi recebido com agradecimentos e lágrimas. "Tu é o cara! Muito obrigado por tudo!", disse um colorado. Ainda muito emocionado, o meia distribuiu abraços e tirou algumas fotos. Antes de deixar o Gigante, foi se despedir do gramado onde protagonizou tantos momentos importantes
Com a camisa do Inter, o meia disputou 341 partidas, marcou 76 e gols e foi responsável por 79 assistências. Foi campeão da Copa Sul-Americana (2008), Libertadores (2010), Recopa (2011), Gauchão (2009, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015) e, agora, da Recopa Gaúcha (2016).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os Dez Mandamentos - O Filme


Ontem assisti com minha mãe, Os Dez Mandamentos - O Filme!!! Te convido a assistir o filme despido de preconceitos. Você pode odiar a IURD, achar que são exploradores da boa fé e etc... mesmo sem nunca ter entrado em um templo... Mas aqui quero falar unica exclusivamente do Filme. E Você não pode permitir que o preconceito ou sua rejeição a essa Igreja lhe impeça de ver o filme!!! É um filme com cara de novela, afinal foi uma novela editada, a exemplo do que a Globo já fez com suas séries e novelas... No inicio, vc até nota erros de continuidade, o que é compreensivel, mas esses mesmos erros não tiram o brilho unico dessa produção no cinema nacional, que ja foi conhecido no passado por ter filmes cabeça e também pornochanchadas e muitos trabalhos premiados e outros de extremo mal gosto... Por isso me espantou ler algumas criticas de "criticos renomados" que não criticam com a mesma ferocidade as lucrativas produções globais, no que não há nada de errado, pq cinema pra sobreviver precisa ser lucrativo, e o nacional não escapa a essa regra... mas pra um crítico, dois pesos e duas medidas não pegam bem.



Não sou critico de cinema, sou publico. E como público quero dizer o seguinte: O filme é, se comparado ao que se fez antes em cinema nacional, Espetacular! O trabalho de bons atores, somado ao apuro técnico, garantem uma obra de apuro visual incrivel. Não parece cinema nacional. Parece uma produção Holywoodiana... Lembrando que os efeitos especiais, impressionantes para uma produção nacional, são feitos pelo Stargate Studios, a mesma empresa que produz os efeitos especiais de séries americanas como The Walking Dead. O Ponto fraco que achei foi a sonoplastia, que em alguns momentos embolava o audio dos artistas, ficando dificil entender o que falavam em momentos de sussurros...









Mas fora isso, o filme é simplesmente muito bom. E os traillers rodados antes do filme me mostram que filmes de temática religiosa vieram pra ficar... Em tempo: Não sou membro da IURD, nem ganhei nada pra falar bem do filme. Engulam esse filme todos os pseudo intelectuais que acham que sabem tudo de tudo e que torcem o nariz para produções de matiz religiosa... Pra finalizar: Nunca foi feito nada tão grandioso em termos de cinema brasileiro e duvido que algum dia vá ser! Xô síndrome de Vira-latas... e digo mais: Nunca foi feito nada igual em termos de cinema na América Latina!

Ceroni Cunha - Amante de bons filmes e repelente á criticos de cinema intelectualóides e esnobes.




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